
Dia 7 de Fevereiro tornou-se um dia memorável. Dia de aniversário (3 anos em greve de fumo) e uma noite muito interessante.
Começou por uma ida ao diplomat, um bar com música ao vivo (música congolesa cantada em “lingalá” – língua congolesa). A banda tinha de tudo, desde órgão, percussão, clarinete, sax… e 3 a 4 solistas.
Entre afinações de guitarra no meio da música (como se ninguém tivesse a tocar), músicas enoremes que parece que nunca mais acabam, paragens enormes entre músicas como se tivessem a ensaiar (ainda estava pouca gente) a desafinações entre as 3 ou 4 vozes (à parte das entradas cantavam afinados) vejo um gajo todo bem vestido a ir ao palco uma ou duas vezes. Blazer azul escuro assertoado com botões dourados, calça de vinco amarelo canário, chapéu em napa preta camisa azul clara e gravata da mesma cor - a emanar estilo por onde passava... E claro, sapato preto bem bicudo.
Normal pensei eu, caprichou na fatiota para sair…
O melhor chegou quando saí de lá. Fomos (eu e o Zé Luís – na foto) ao diplomat. O Diplomat tem 2 espaços, um bar com música ao vivo e uma disco.
Entramos, o barman diz-nos que estão a rodar um clip. Esperamos uns segundos e indica-nos uma mesa. Imaginem quem é o interprete…? Exacto, o gajo da fatiota…
Com um relógio bem grande, sentado no bar, com duas gajas ao lado (nenhuma delas deslumbrante…) com flutes de champanhe a fazer o seu playback, o normal. Depois take 2…
Penduram um lençol branco na parede e siga. Uma gaja de cada lado mais atrás a dançar e tá a gravar. Memorável...
Depois destes ex-libris, a noite continuou dentro do normal…
Sem dúvida a mais memorável até à data, espero que seja sempre a superar...